Oi, gente. Tudo bem?
O post de hoje é uma espécie de resenha/indicação de livro/curiosidades. Parece bastante, né? Mas vocês vão ver, que de uma forma ou de outra, tudo vai se interligar.
No último TOP 5 que nós lançamos, tivemos em primeiro lugar o eBook, A Garota no Trem, da Paula Hawkins.
Alguém aí já leu?
Confesso que eu já li, e não foi nos últimos dias. E por que a demora para escrever sobre ele? Simplesmente não estava nos planos, haha, mas parece que o jogo virou, não é mesmo?

A Garota no Trem – Paula HawkinsLogo na capa, nós vemos a Revista People dizer assim: Se você gostou de “Garota Exemplar”, vai devorar esse thriller psicológico.Isso, com certeza, já quer dizer alguma coisa.
Mas não para mim, porque eu não li “Garota Exemplar”. Apenas vi o filme, se isso conta para alguma coisa.
E vamos dizer que sim, conta.
Então, mudando um pouco o que eu disse ali em cima, as palavras da People, também se encaixam em mim, mas talvez não de uma forma muito positiva.
Eu até gostei, e gostei bastante do eBook, mas prefiro muito mais o que eu vi no filme.
Não é do meu interesse contar a história que se passa na obra da Hawkins, mas para explicar tudo melhor, vamos lá.
De uma certa forma, a trama gira em torno de Rachel. Alcoólatra e completamente obcecada por outras vidas, além da dela. E, eu juro, isso não é uma forma de rotular ela apenas em coisas negativas. Mas ela é, literalmente, muito disso.
Não demora para as coisas começarem a acontecer, de fato. (por favor, leia o livro e saiba do que eu estou falando). E logo a gente já tá no meio de toda a confusão, tentando entender quem ali é do bem, e quem é do mau.
E o que Hawkins nos mostra? Na realidade, o bem e o mau são completamente relativos, e todo mundo tem a sua parcela de culpa.
Mas é claro, nós sempre escolhemos qual lado defender e apoiar até o fim, aconteça o que acontecer. Certo?
“Eu não sou quem eu costumava ser.”
Eu fiquei muito do lado da Rachel, talvez por ela também ser um pouco da representação de nós mesmos. Naqueles momentos mais escuros e mais tristes. Onde o tudo e o nada te ferem e tentam te destruir.
E, talvez também por isso, eu fiquei com muita raiva dela. Raiva porque eu achava que ela poderia ignorar tudo aquilo e dar um jeito na própria vida.
SPOILER: Esquecer o marido que está com outra, a garota que sumiu, o cara que ela começa a ir atrás sempre, e o psicólogo que ela culpa por tudo.
“Os buracos na sua vida são permanentes. É preciso crescer ao redor deles, como raízes de árvore ao redor do concreto; você se molda a partir das lacunas.”
Mas ela não faz isso, e ainda bem que não. Do contrário, poderíamos esquecer o livro, porque o fim dele seria ali.
Então, o que temos é uma Rachel que se autodenomina detetive e vai atrás de cada peça desse quebra-cabeça. Tentando desvendar o mistério de quem desaparece do dia pra noite e também de suas próprias memórias.
Dizer aqui se ela consegue ou não seria uma puta maldade com quem ainda não leu o livro. Por isso, fica o mistério no ar. E quem já leu, comenta lá em baixo e troca uma ideia comigo dizendo o que achou.
Spoiler distribuído, e opinião dada, vamos as curiosidades desse eBook de sucesso.
Primeiro de tudo: virou filme! Uma ótima notícia pra quem não gosta muito de ler, mas quer estar por dentro mesmo assim.
Eu ainda não vi o filme, mas vi o trailer, e o que eu consegui captar para mim é que os personagens não são nada daquilo que eu imaginava.
Sinceramente, isso sempre me desanima um pouco, mas ok. Deve ser bom de qualquer forma. Vejam e me digam, por favor!
Rachel (Emily Blunt), uma alcoólatra desempregada e deprimida, sofre pelo seu divórcio recente. Todas as manhãs ela viaja de trem de Ashbury a Londres, fantasiando sobre a vida de um jovem casal que vigia pela janela. Certo dia ela testemunha uma cena chocante e mais tarde descobre que a mulher está desaparecida. Inquieta, Rachel recorre a polícia e se vê completamente envolvida no mistério.
E também, outra curiosidade (não muito interessante) que matou o gato é que esse é o único livro que Paula Hawkins tem publicado no Brasil. (me corrijam se eu estiver errada)

Paula Hawkins – Foto por: Kate Neil
Gente, no final de tudo, eu aconselho a quem ainda não leu, ler. Como uma vez me disseram: nós sempre vamos tirar alguma coisa de cada coisinha que lermos.
Por isso, acho que não perdemos nada. E sim, o eBook é bom, e talvez ele possa te representar mais do que você imagina. De uma forma positiva, ou até mesmo, negativa.

















Comentários (0)