Já faz algum tempo desde que eu conheci o Museu Reina Sofia e, juntamente no mesmo dia, o Museu do Prado. Ambos ficam na capital espanhola, Madrid.
Na época em que eu fui, ainda conhecia muito pouco de arte e, honestamente, estava apenas acompanhando uma amiga que queria muito ver a obra mais famosa de Picasso, a Guernica.
Estávamos em uma excursão com a faculdade e ter a oportunidade de passar uns dias em Madrid era o máximo. As expectativas estavam extremamente altas e a emoção era bem forte. E adivinhem? Tudo valeu a pena! A Guernica, que na época eu não fazia ideia do que era, ganhou de mim um grande amor, não apenas pelo tamanho (é enorme!), mas também pela beleza. E, o Museu Reina Sofia, ficou na memória e sempre dá aquela vontade de voltar e ver tudo de novo.

Foto por: Patricia Costa

Jardim do Museu Reina Sofia
O prédio que hoje abriga o museu, foi um antigo hospital mandado construir pelo rei Felipe II no século XVI. As coisas começaram a mudar em 1965, quando as instalações para o feitio hospitalar foram encerradas e então, em 1977, o prédio foi declarado um monumento nacional, graças ao valor histórico que carregava. Isso impediu a demolição e impulsionou restaurações para, em 1986 ser inaugurado o Centro de Arte Reina Sofia.
No início da história do museu, todas as obras expostas eram apenas temporárias, foi somente em 1992, que por decreto do Rei Juan Carlos e da Rainha Sofia, foi inaugurado a Coleção Permanente do Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia.
Sendo agora o museu que muitos conhecem, contando com um pouco mais de 84 mil metros quadrados, o objetivo é conservar e exibir as diversas peças de arte que estão expostas.

Exposição no Museu Reina Sofia. Foto por: Patricia Costa
E como eu mencionei ali em cima, o museu conta com uma das obras mais famosas de Picasso e uma das mais famosas do movimento cubista, a Guernica. O quadro, que leva o mesmo nome de uma pequena cidade espanhola, representa a devastação da guerra e o sofrimento da população.
“Não, a pintura não está feita para decorar apartamentos. Ela é uma arma de ataque e defesa contra o inimigo.” Pablo Picasso.

Guernica, 1937
Para mais informações, visite o site do museu.

















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