Quem já fez uma visita por Portugal, certamente admirou as dezenas de belezas que o país mantém. Os azulejos não são uma exceção. Eleito como um dos 12 tesouros da Europa, pelo jornal, The New York Times, eles preenchem a vista urbana com um azul penetrante e histórias de uma sociedade inteira.
Originado do árabe, “al-zuleique”, azulejo tem a designação de “pequena pedra lisa e polida”. No século XVIII, palácios, igrejas, conventos, fontes e escadarias, foram ornamentadas com os mais belos exemplares da época.
Hoje em dia é possível encontrá-los espalhados por todo o país. E não só, cidades como Bruxelas, Paris e Moscovo também compartilham dessa admiração pela arte portuguesa.

Obra por: Rafael Bordalo Pinheiro – Foto por: Pedro Simões
Um dos grandes nomes que marcaram a história dos azulejos, foi de Rafael Bordalo Pinheiro. Ceramista do século XIX, que inovou com suas representações de insetos e plantas. É possível ver as suas obras espalhadas pela cidade de Aveiro, em Portugal, e também no museu que leva o seu nome, o Museu Rafael Bordalo Pinheiro.

Foto por: Pedro Simões
Para os admiradores mais curiosos, é aconselhável visitar o Museu Nacional do Azulejo – agora temos uma outra ideia da imensidão que eles representam – localizado em Lisboa, a capital portuguesa.
Lá você encontra toda a história, que começa lá atrás, quando o país ainda mantinha os seus reis.
É possível, também, levar um pouquinho de Portugal para casa. Para além de fotografias, cartões postais e souvenirs, você pode adquirir um azulejo para chamar de seu. Os preços variam de 20 até 9.300 euros.

Foto por: S. Faric

Foto por: Ramón López

Foto por: Madalena Pestana

Foto por: Bosc d’Anjou

















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