Para os amantes da arte, é praticamente impossível não conhecer Joaquín Sorolla. Pintor espanhol, nascido em Valência em 1863.
Chimet, como era chamado pela família, em 1878, entra na escola de Belas Artes da sua terra natal. Ao longo dos anos 80, decorre parte da sua formação, em um ambiente pouco propício às liberdades criativas. Ainda assim, Sorolla traçou um caminho único, que o levaria a ser conhecido como o pintor das luzes e de um talento imensurável.

Meninas no mar – 1909

Menina entrando no banho – 1915
É em 1881 que o pintor espanhol chega a descobrir aquele que seria um exemplo e uma admiração, Diego Velázquez.
Com viagens para Paris e conhecendo cada vez mais artistas, seu estilo foi se modificando e se transformando em obras de um carácter mais impressionista, com pinturas ao ar livre e utilização de cores vivas, dando a seus quadros uma beleza puramente real.

Louis Comfort Tiffany – 1911
“Um artista que não pertence a nenhuma parte do mundo é um ser inútil. Acredita em mim e volta para casa.” Dono de princípios únicos, Sorolla tentava passar isso também para seus discípulos.
Junto com o seu enorme sucesso, Joaquín se casou em 1888 com Clotilde Garcia del Castillo, fez pinturas para a Hispanic Society de Nova Iorque e juntou mais de 2,200 obras em seu poder.

Pescador em Valência – 1904
O falecimento do pintor aconteceu em 1923, vítima de uma paralisia que o atingiu no meio de uma pintura, em seu próprio jardim.

Aragón – 1914
Para quem visita a Espanha, não pode deixar de conhecer o Museu Sorolla. Antiga casa do pintor em Madrid e que hoje abriga muitas de suas obras.

















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